A Secretaria de Educação e Cultura juntamente com a Secretaria de Saúde em parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) vai realizar através do Departamento de Saúde nas Escolas a capacitação dos profissionais da rede municipal de educação com o curso de primeiro socorros, em atendimento ao que rege a Lei Lucas.
Lei Lucas – Em setembro de 2017, Lucas Begalli Zamora, de 10 anos, morreu ao se engasgar com um lanche durante um passeio escolar. O caso aconteceu em Campinas (SP). Para enfrentar o perigo iminente para crianças em situações como essa, a Presidência da República sancionou a Lei Lucas (13.722/18), que determina as escolas, públicas e privadas, de educação infantil e básica a fazerem curso de capacitação de professores e funcionários em noções básicas de primeiros socorros. Essa obrigação vale também para estabelecimentos de recreação infantil.
Em ação integrada as Secretaria de Educação e de Saúde realizará nos próximos meses a capacitação dos servidores da educação, buscando levar maior segurança aos alunos, “vamos capacitar nossos servidores para o atendimento emergencial, quando ocorrer qualquer incidente ou mal-súbito com os nossos alunos, nossa equipe estará preparada para os primeiros socorros, até a chegada do atendimento 192”, e uma forma de garantir que os nossos estudantes sejam imediatamente assistidos, “a implementação da Lei Lucas, em Tucuruí, e de vital importância para a garantia dos direitos essências de nossos alunos, pois é no momento de urgência que temos que estar preparados para garantirmos os primeiros atendimentos”, concluiu o secretário Roberval Rodrigues.
A secretária de Saúde de Tucuruí Katiane Scaff comemorou a parceria, onde a secretaria de saúde vai disponibilizar sua equipe para proporcionar o curso aos profissionais da educação, “é com a capacitação que possibilitamos um atendimento emergencial e seguro aos nossos alunos”.
Roberval Rodrigues conheceu ainda o funcionamento do Programa “Samuzinho” que leva aos estudantes das escolas do município a conscientização dos males que ocorrem com a realização de trotes telefônicos aos atendimentos de emergência, “nossa meta e levar desde cedo aos alunos à conscientização de não realizarem trotes para a equipe de urgência e emergência, pois um atendimento que é realizado através de trote falso impossibilita o atendimento de um caso real de urgência”, esclareceu Rondinelle de Oliveira Pires Coordenador do SAMU 192.