Nossa História

Segundo escreveu o historiador Theodoro Braga, a região do atual município Tucuruí, em suas raízes era habitada por povos indígenas das tribos dos Assurinís, Parakanãs e Gaviões. Essas tribos com hábitos nômades diferenciavam-se por seus troncos étnicos e linguísticos.

Mas sua história começa a ser escrita ainda no século XVII, quando em 1625 o frei Cristóvão de Lisboa chegou à região pretendendo fazer contato com os índios.

Os primeiros fatos históricos e registros da cidade, no entanto, datam apenas de 1781, quando o governador e capitão-general – José de Nápoles Telles de Menezes – pela localização estratégica às margens do Rio Tocantins, fundou a Vila de Pederneiras. A fundação realmente se efetivou com a construção em 1782 do forte de Fachina, denominado Nossa Senhora de Nazaré, criando o registro de Alcobaça com duplo caráter – o militar e o fiscal sobre a navegação do Rio Tocantins e o contrabando de ouro vindo de Goiás e Mato Grosso.

Em 31 de Outubro de 1870, o governador do Pará – Abel Graça, através da Lei nº 661 criou a freguesia de São Pedro de Pederneiras no lugar da Via de Pederneiras, integrada ao município de Baião, então o principal núcleo populoso desse trecho do Tocantins.

Em 19 de Abril de 1875, portanto cinco (5) anos mais tarde, o governador do Pará - Francisco Maria Correia de Sá e Benevides, através da Lei nº 839/1875, muda a freguesia de São Pedro de Pederneiras de localidade passando para onde hoje é a cidade de Tucuruí na margem esquerda do Rio Tocantins, e muda também a sua denominação para São Pedro de Alcobaça.

Pelo Decreto 9.405 de 21/03/1885 foi dada à concessão a José Negreiros de Almeida Sobrinho para construir uma estrada de ferro entre Alcobaça (hoje Tucuruí), no Pará, e Boa Vista no Estado do Goiás.

Dezenove (19) anos depois, em 1894, instalou-se em São Pedro de Alcobaça a Companhia de Navegação Férrea Fluvial/Araguaia - Tocantins, com objetivo de construir a Estrada Ferro Tocantins ligando São Pedro de Alcobaça até a Praia da Rainha no município de Itupiranga a 175 km de distância, vencendo o trecho de corredeiras do Rio Tocantins melhorando assim o intercâmbio com o estado de Goiás.

Dez anos mais tarde, no mês de Setembro de 1895, inicia-se a construção da estrada de ferro e inúmeras pessoas deslocam-se para a região em busca de trabalho, principalmente nordestinos, mocajubenses e cametaenses, este fato contribuiu em muito para o repovoamento do local.

Os trabalhadores na obra da construção da Estrada Ferro Tocantins enfrentaram grandes dificuldades com a malaria que vitimou grande numero de trabalhadores, prejudicando o andamento das obras, que além desse fato também encontram obstáculos em relação aos desníveis e a grande quantidade de igarapés que atrapalharam a execução do projeto.

Os índios da região, desde os primeiros momentos da execução das obras da estrada de ferro não causaram problemas, posto que muitos deles já estavam pacificados.

O projeto da construção da estrada de ferro acompanhava as sinuosidades do Rio Tocantins devido ao receio dos engenheiros adentrarem na floresta. Talvez este o motivo do fracasso do projeto, que somente no ano de 1946 recebeu sua primeira locomotiva, portanto 51 anos do inicio da construção (1895 – 1946), e após cerca de 24 anos, na década de 1970 a ferrovia interrompeu sua operação.

A memória da Estrada de Ferro Tocantins não foi devidamente preservada, a construção original do prédio da administração (Escritório) da Rodovia de Ferro Tocantins, hoje funciona o Clube Ferroviário na Rua Siqueira Campos.

O prédio da Estação virou mercado, hoje Rua Santo Antônio, e a única locomotiva que restou encontra-se em frente ao Centro Cultural da Eletronorte, na Vila Permanente.

Em Dezembro de 1943, no governador do Pará Joaquim Magalhães Cardoso Barata, em plena segunda guerra mundial (1939 a 1945), através do Decreto nº 4.505/1943 muda a denominação da Vila São Pedro de Alcobaça para a denominação de “TUCURUÍ”, que segundo a língua indígena Tupi Guarani significa Rio de Formigas, embora alguns estudiosos denominem Tucuruí na língua indígena como “Gafanhotos verdes”.

Quatro (04) anos mais tarde, mais precisamente em 31 de dezembro de 1947, através da Lei nº. 62, Art. 36, o território de Tucuruí é desmembrado do território do município de Baião e é elevada a categoria de município.

  No ano seguinte, em 13 de maio de 1948 é realizada a primeira eleição municipal, onde foram eleitos: como Prefeito - Alexandre José Francês, e como vice-prefeito Nicolau Zumero.

Em 29 de maio de 1948, o município é instalado com a posse dos vereadores e do prefeito, porém, por não ter sido instalado por um juiz de direito, fato que contrariou a lei vigente, o município passa a ser reinstalado no dia 26 de junho do mesmo ano (1948) por um juiz da comarca judiciária de Cametá.

Nessa época a base econômica da cidade era a extração da castanha-do-pará e o comércio de madeira, tornando o local um movimentado entreposto comercial na região do Araguaia-Tocantins.

Em março de 1980 ocorre uma das maiores cheias no Rio Tocantins, superando a mais conhecida, de 1926. A cidade de Tucuruí e a usina a ser construída 7 km a montante se localizam no baixo Tocantins, na cota 19 metros em relação ao nível do mar.

Em 1980 as obras da Usina Hidrelétrica estão em fase de fundações, com enceradeiras de mais de 56 m de desnível entre a crista e a fundação de rochas. Os trabalhos de concretagem estão na primeira fase. A enceradeira é um pouco diferente daquelas construídas em Ilha Solteira e Jupiá. Pela característica do rio é construído um muro defletor de concreto na extremidade a montante, para evitar a erosão. A crista da enceradeira da montante tem cota 27 m e a da jusante de 19 m em relação ao nível do mar.

O município de Tucuruí apresenta as seguintes coordenadas geográficas:

  • Coordenadas geográficas: 03º45158” de latitude Sul e 49º40’21” de longitude Oeste de Greenwich.
  • A área territorial do município é de 2.086,17 km².

 

Limites e confrontações:

  • Ao Norte com o município de Baião;
  • Ao Sul com o município de Novo Repartimento;
  • Ao Leste com o município de Breu Branco;
  • Ao Oeste com o município de Pacajá.

Desde 1947 quando Tucuruí passou a condição de Município, até os dias de hoje, teve como Prefeitos, as seguintes pessoas:

1948 a 1952 - Alexandre José Francez

1953 a 1956 - Nicolau Zumero

1957 a 1960 - Alexandre José Francez

1961 a 1964 - José Kleber Beliche

1965 a 1968 - Raimundo Ribeiro de Souza

1969 a 1972 - José Kleber Beliche

1973 a 1976 - Manoel Carlos da Silva

1977 a 1982 - Pedro Paulo Antônio Miléo

1983 a 1988 - Cláudio Furman

1989 a 1992 - José Soares do Couto Filho

1993 a 1996 - Parsifal de Jesus Pontes

1997 a 2000 - Cláudio Furman

2001 a 2004 - Parsifal de Jesus Pontes

2005 a 2008 - Cláudio Furman

2009 a 2012 - Sancler Antônio Wanderley Ferreira

2013 a 2016 - Sancler Antônio Wanderley Ferreira

2017 a 2020 - Jones William da Silva Galvão

O maior acidente geográfico de Tucuruí se constitui no Rio Tocantins, e suas cabeceiras estão a uma altitude aproximada de 1.100 metros na Serra do Paraná, cerca de 60 quilômetros ao Norte de Brasília. O Rio Tocantins nasce com o nome de Rio Maranhão e toma o nome de Tocantins após a confluência com o Rio Paraná, e após um percurso de cerca de 2.400 quilômetros desemboca na baía de Marapatá (Rio Pará) nas proximidades da cidade de Belém (capital do Estado).

Os últimos 360 quilômetros do Rio Tocantins apresenta o trecho do lago da Usina Hidroelétrica de Tucuruí, encobrindo antigos desníveis que ali existiam e seguindo pelo trecho até a foz com declividade insignificante, sofrendo inclusive, a influência das marés.

Os primeiros estudos para a construção de uma hidrelétrica que aproveitasse o potencial do Rio Tocantins iniciaram-se por volta do ano de 1957 e seguiram durante a década de sessenta. Com o início da ditadura militar foi implantado no Sul do estado do Pará o Projeto Grande Carajás, visando o desenvolvimento da Amazônia oriental através da atividade minero metalúrgica e de projetos agropecuário-florestais. No entanto, para a consolidação desse projeto, Tucuruí tornava-se ponto decisivo.

A usina hidrelétrica de Tucuruí foi concebida segundo as estratégias estabelecidas pela política do Governo Federal para o desenvolvimento da região Norte, a partir da década de 1960 em busca do crescimento econômico da região. Seu objetivo foi o de atender o mercado de energia elétrica polarizado por Belém, e as elevadas cargas que seriam instaladas em decorrência da implantação de empreendimentos eletro-intensivos, tendo como base o complexo alumínio-alumina. A linha de transmissão entre Presidente Dutra (MA) e Boa Esperança (PI) promoveu a interligação com a região Nordeste.

Em 03 de Novembro de 1976 foi publicado no Diário Oficial da União o Decreto nº 78.659 de 1º de Novembro de 1976, assinado pelo Presidente da República (da era militar) – Ernesto Gaisel – (Lex – 1976 – vol. 40, pág. 797), declarando de utilidade pública para fins de desapropriações de terras e benfeitorias de propriedade particulares, necessárias à implantação do canteiro de obras e reservatório da Usina Hidrelétrica, totalizando 818.437,49 hectares, no Estado do Pará.

Munida desse instrumento jurídico legal, a Eletronorte pôde efetivamente iniciar os trabalhos de desapropriação, tendo para tanto contratado a empresa de Construções e Topografia Basevi Ltda. para elaboração do cadastramento e identificação dos ocupantes de todas as posses ou propriedades até a “Cota+ 76m”, bem como para se proceder a avaliação das benfeitorias produtivas e não produtivas encontradas na respectiva área objeto da desapropriação para a construção do futuro reservatório de água a ser formado com a construção da 1ª etapa do projeto, cujo contrato foi assinado no dia 03 de maio de 1978 e os trabalhos foram concluídos em fevereiro de 1979.

Em razão destes fatos iniciaram-se os trabalhos para a construção da Usina Hidrelétrica e em 1970 o município de Tucuruí começa a ganhar a infra-estrutura necessária. São construídos: um aeroporto e vilas para abrigar os operários, engenheiros e demais funcionários da obra - (Vila Permanente e Vilas Temporárias I e II). As vilas da Eletronorte são verdadeiros condomínios fechados contando com água e esgoto tratados, ruas pavimentadas, iluminação, supermercados, escolas, creches, clubes, entre outras comodidades.

Após oito (08) anos de trabalho, mais precisamente no dia 22 de Novembro de 1984, o Presidente da Republica, da era militar, João Figueiredo, inaugura o primeiro gerador da primeira (1ª) etapa d Usina Hidrelétrica de Tucuruí, com potência instalada de 4.000 MW.

A Usina Hidrelétrica de Tucuruí é a maior obra de engenharia já realizada na Amazônia, um marco da engenharia mundial de barragens, pela sua magnitude, execução e operação. Dominar o Rio Tocantins foi uma tarefa de gigante. Levar máquinas, equipamentos e trabalhadores dos mais distantes lugares do Brasil e do mundo, exigiu uma complexa logística, com a construção de estradas, aeroporto e vilas residenciais. A construção da Usina em Tucuruí é uma história que mistura a garra e a criatividade do povo brasileiro com o profissionalismo da engenharia nacional.

A segunda etapa da construção da Usina Hidrelétrica é concluída em meados de 2002 elevando a capacidade para 8000 MW, e inaugurada pelo Presidente da República – Fernando Henrique Cardoso, já na era da Nova República.

A Usina Hidrelétrica de Tucuruí é uma central hidroelétrica no Rio Tocantins, no município de Tucuruí com capacidade geradora instalada de 8.370 MW, é a maior usina hidroelétrica 100% Brasileira. Seu vertedouro, com capacidade para 110.000 m³/s, é o segundo maior do mundo. A barragem tem 11 km de comprimento e 78 m de altura.

A construção da Hidrelétrica foi iniciada em 24 de novembro de 1974, e foi inaugurada em 22 de novembro de 1984 pelo presidente João Figueiredo com capacidade de 4.000 MW, ampliados em meados de 2010 para 8.370 MW.

A Usina Hidrelétrica de Tucuruí mudou radicalmente a base econômica, a população e as perspectivas da cidade que pode ter sua história dividida em dois momentos muito distintos o antes e o depois da hidrelétrica, e Tucuruí torna-se uma cidade em constante crescimento, os royalties da usina alimentaram durante muito tempo o crescimento da cidade, no entanto com a sua última obra em finalização, a eclusa, faz-se necessário um planejamento do futuro da cidade.

A eclusa pode ser uma alternativa já que por ela vão passar grande parte da produção da região Centro-Oeste do país, o aproveitamento desse potencial e do turismo na região, que possui grande beleza e diversidade natural, são possibilidades viáveis para o desenvolvimento da região na pós-usina.

 As eclusas de Tucuruí foram inauguradas no dia 30 de novembro de 2010 pelo então presidente da república Luís Inácio Lula da Silva. Ele, junto com sua comitiva, formada pela presidente eleita Dilma Roussef, ministros, parlamentares, o presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz, e a diretoria da Eletrobrás Eletronorte, atravessaram os 69 metros de desnível entre o Rio Tocantins e o Lago de Tucuruí. A travessia durou cerca de uma hora.

O imenso Lago artificial de água doce formado pela barragem no Rio Tocantins abrange 2.875 km² e atinge diversos municípios, dentre eles estão: Novo Repartimento; Breu Branco; Goianésia do Pará; Jacundá; Nova Ipixuna; Itupiranga. Sustentando um colossal volume de 45,8 bilhões de metros cúbicos de água doce. Este fenômeno foi o marco primordial para a formação de um novo ecossistema na região. Com a inundação da área de 2.875 km² formaram-se 1.700 ilhas, sendo todas essas áreas, até 200 metros em seu entorno pertencente à Eletronorte.

Para a renovação dos 45,8 bilhões de metros cúbicos de água doce do lago da Usina Hidrelétrica, são necessários 35 dias consecutivos.

O lago da Usina contribuiu em muito para que houvesse condições propícias e ideais para a proliferação de muitas espécies de peixes, entre as quais se destacam os tucunarés, pirarucus, traíras, manjubas, maparás, filhotes, douradas, surubins, arraias e até poraquês – o peixe elétrico da Amazônia. No entanto, o Tucunaré, um dos peixes esportivos mais cobiçados de todo mundo, encontrou excelente ambiente para se reproduzir em toda a extensa área do Lago.

Além da enorme área represada pela Usina Hidrelétrica, o Rio Tocantins que fica a sua jusante é considerado uma excelente área de pesca, pois ali os peixes que sobem o rio para desovar encontram os paredões que formam a barreira da represa. Existem ainda, pequenos rios e igarapés, afluentes do Rio Tocantins, praticamente inexplorados, mas com excelente potencial piscoso e com belíssimas paisagens.

Quando o projeto de construir a quarta maior hidrelétrica do mundo foi colocado em prática, os pescadores locais pensaram que o Rio Tocantins iria secar e os peixes morreriam, acabando com seu meio de sobrevivência. Hoje, o município de Tucuruí não só garante a sobrevivência dos pescadores locais como também é procurado por aficionados por pesca vindos de vários lugares do mundo. Todo ano, no mês de junho, Tucuruí se transforma na sede do mais importante torneio de pesca esportiva da Amazônia, o Topam. Além de divulgar o turismo local, o evento contribui para desenvolver a consciência ecológica através de rigorosas normas que regem a pesca competitiva amadora, como a filosofia do pesque e solte e o uso de anzóis sem farpas. Conforme o programa Nacional de Desenvolvimento da Pesca Amadora (PNDPA), da Embratur, depois de fisgado o pescador esportivo deverá manter vivos os peixes que são mantidos em cativeiro próprio do barco ou presos em gaiolas de arame submersos no rio e amarrados nas margens até o próximo ser capturado. Após ser identificado, o peixe é devolvido à água.

O potencial pesqueiro do município de Tucuruí é imenso, seja para a pesca profissional, para pesca amadora, mas, principalmente, para pesca esportiva.

O imenso Lago Artificial formado pelo represamento das águas do Rio Tocantins começa a jusante na cidade de Marabá e tem seus vertedouros na cidade de Tucuruí, onde aciona as turbinas de uma das maiores hidrelétricas do mundo, é 10 (dez) vezes maior do que a baia de Guanabara no Estado do Rio de Janeiro, em alguns locais a profundidade do lago atinge mais de 73 metros.

Pois foi com o advento da obra da Usina Hidrelétrica que se fez uma míni reforma agrária as margens do lago da hidrelétrica, onde foram construídas estradas vicinais e assentados para milhares de pequenos agricultores. A inundação de vários povoados pelo lago da hidrelétrica obrigou a Eletronorte a construir dois povoados com infra-estrutura urbana, Novo Repartimento a sudoeste e Breu Branco a leste, hoje prósperos municípios emancipados de Tucuruí em 31 de Dezembro de 1992. O primeiro em localização geográfica privilegiada no trevo da Transamazônica com a Br-422, a 76 km de Tucuruí floresce prodigiosamente. O segundo pela proximidade, 28 km, e pela facilidade de acesso dispõe de uma das mais modernas fábricas de silício metálico do mundo, a DOW CORNING.

Assim sendo, observa-se que o desenvolvimento e prosperidade do município de Tucuruí e região sempre vieram atrelados e/ou ligados aos grandes projetos e aos incentivos do Governo Federal, e agora com a conclusão as eclusas da barragem da Usina Hidrelétrica Tucuruí que tornará o Rio Tocantins navegável até o planalto central, tornando a cidade de Tucuruí, como outrora, novamente uma espécie de entreposto de transporte comercial, consolidando Tucuruí como a maior e mais importante cidade da microrregião.

Assim o município de Tucuruí se constituiu numa pequena divisão político-administrativa do Estado do Pará, localizado na mesorregião do Sudeste Paraense, distante aproximadamente 385 quilômetros de Belém – Capital do Estado. A Usina Hidrelétrica é 100% brasileira em potencia, um contraste entre a beleza da selva Amazônica formada pela própria natureza e a tecnologia da engenharia humana com os seus enormes paredões de mais de 70 metros de altura com seus milhares de vergalhões de aço entrelaçados com centenas de toneladas de concreto.

Tucuruí conta com um fator de grande atração populacional diversificada sócio-demograficamente e culturalmente, evidentemente alicerçada na conclusão das obras da Usina Hidrelétrica e das Eclusas, bem como nos projetos de desenvolvimentos industriais para atrativo de instalações de indústrias diversificadas de pequeno, médio e grande porte, fato que proporciona a expectativa de novos empregos diretos e indiretos; as instalações de Faculdades como o Instituto de Educação Superior e Ciências Religiosas Gamaliel; Universidade do Estado do Pará (UEPA); Universidade Federal do Pará (UFPA); dentre outras particulares e as áreas destinadas à implantação de loteamentos na Estrada do Aeroporto e na BR/422 onde serão construídas mais de 5.500 residências em condômino aberto e fechado, inclusive Shopping Center com cinema.

Atualmente Tucuruí conta com aproximadamente 28.250 imóveis urbanos residenciais; 3.020 Empresas Comerciais diversificadas de pequeno e médio porte, dentre as quais sete Postos de Combustíveis; 82 Setores públicos municipais entre Secretarias, Autarquias, Hospitais, Postos de Saúde, Estabelecimentos de Ensino e outros.

 

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